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Limusine a espera de uma noiva... (09)
Mais um domingo no quartel.
Era um domingo bonito de sol onde tivemos que limpar todo o material, a arma, os arreios, passar sebos para não ressecarem, engraxar o coturno, os sapatos, as fivelas dos cintos. Depois de toda essa trabalheira, pensei, logo após o almoço será reservado para o descanso, para o nosso sono de consumo. Porém, eu estava redondamente enganado.
- Quem quer moleza ficasse em casa no rabo da saia da mãe. – berrou o Sargento – Vamos, os cavalos precisam de banho e comida. Eles comem e tomam banho, não é só vocês, vamos, mãos a obras, seu lerdos.
Assim tivemos que tratar, lavar, ferrar os cavalos.
- Não esqueçam que a ferradura é o calçado do cavalo. – disse o Sargento.
Apesar de ter alguns cavalos ruins de ferrar, o que era pior era lavar os cavalos. Se fosse só jogar água, esfregar o animal, nada de mais. O pior era lavar o membro, com ele a mostra lavar todinho. O Sargento ficava em cima do pessoal.
- Vocês não lavam os seus? Então, o do cavalo também é preciso lavar. Vamos seus merdas, quero os animais totalmente limpos, lavados, brilhando. E não esqueçam os dentes também.
Uma vez só fiz a lavagem completa no cavalo que me que eu cuidava, das outras vezes, arrumava sempre uma saída para o Sargento não perceber. Mas naquele domingo, cansado, aborrecido, todo o pelotão passou a tarde toda na estrebaria. Procurávamos nos escondermos do Sargento, o que não adiantava, parecia que ele farejava.
- Pastorelli, saia daí e venha lavar esse cavalo, vamos moleza!
E assim passamos aquele domingo que prometia um dia de descanso, trabalhando.
11.09.2002
pastorelli
04/11/2009 Publicada por Pastorelli
Mais um domingo no quartel.
Era um domingo bonito de sol onde tivemos que limpar todo o material, a arma, os arreios, passar sebos para não ressecarem, engraxar o coturno, os sapatos, as fivelas dos cintos. Depois de toda essa trabalheira, pensei, logo após o almoço será reservado para o descanso, para o nosso sono de consumo. Porém, eu estava redondamente enganado.
- Quem quer moleza ficasse em casa no rabo da saia da mãe. – berrou o Sargento – Vamos, os cavalos precisam de banho e comida. Eles comem e tomam banho, não é só vocês, vamos, mãos a obras, seu lerdos.
Assim tivemos que tratar, lavar, ferrar os cavalos.
- Não esqueçam que a ferradura é o calçado do cavalo. – disse o Sargento.
Apesar de ter alguns cavalos ruins de ferrar, o que era pior era lavar os cavalos. Se fosse só jogar água, esfregar o animal, nada de mais. O pior era lavar o membro, com ele a mostra lavar todinho. O Sargento ficava em cima do pessoal.
- Vocês não lavam os seus? Então, o do cavalo também é preciso lavar. Vamos seus merdas, quero os animais totalmente limpos, lavados, brilhando. E não esqueçam os dentes também.
Uma vez só fiz a lavagem completa no cavalo que me que eu cuidava, das outras vezes, arrumava sempre uma saída para o Sargento não perceber. Mas naquele domingo, cansado, aborrecido, todo o pelotão passou a tarde toda na estrebaria. Procurávamos nos escondermos do Sargento, o que não adiantava, parecia que ele farejava.
- Pastorelli, saia daí e venha lavar esse cavalo, vamos moleza!
E assim passamos aquele domingo que prometia um dia de descanso, trabalhando.
11.09.2002
pastorelli
04/11/2009 Publicada por Pastorelli
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Oi Pastorelli! uma bela crônica, gostei .. a foto tbm registra momentos peculiares de são paulo! passe pra conferir o novo texto do meu fotoblog, Abraço e sucesso!
hummmm e eu que reclamava dos dias de ralo no Tiro de Guerra, quando marchavamos sei la quantos kilometros,rs. To vendo que eu tava no ceu, rerere
05/11/2009 09:50
josemauros
josemauros@hotmail.com
http://josemauros2.nafoto.net/
hummmm e eu que reclamava dos dias de ralo no Tiro de Guerra, quando marchavamos sei la quantos kilometros,rs. To vendo que eu tava no ceu, rerere
05/11/2009 09:49
josemauros
josemauros@hotmail.com
http://josemauros2.nafoto.net/
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