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O que é isto?


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Apresentação do maestro Marcelo de Jesus, Diretor Artistico do Teatro de Manaus, meu primo. (10)




TRANSITÓRIO

Minhas chances de encontrar
palavras certas
esgotaram-se no tempo liqüído,
esgarçaram-se no efêmero cristal.
Lúcido constatei:
cresci despedaçado
ao ingerir veneno letal
em prazeres proibidos que
deixaram-me na linha tênue
do imaginário.
Delírios da carne
nunca antes sentidos.

08.11.01
pastorelli


03/07/2009 Publicada por Pastorelli


Oi Pastorelli! Passo pra marcar presença e parabenizar pelos poemas belíssimos, já que o tema é transitoriedade, mando este texto meu publicado em outro blog! A transitoriedade das coisas demonstra o quanto somos vulneráveis a comodidade, vivemos por viver, isto para muitas pessoas basta. Temos um consciente eterno, perdemos a noção de tempo, isso faz com que elementos cotidianos sejam tão comuns e ao mesmo tempo banais. O comum parece não ter fim, isto é algo definitivo e atrapalha toda uma compreensão de vida. Precisamos aprender a valorizar, pequenos gestos, atitudes, pessoas, mesmo não querendo tudo possui um prazo de validade. Quando perdemos, reconhecemos a importância do momento. E não viver cada momento é deixar uma vida para trás, é elevar a alma a um mundo sem sentido e renascemos novamente apenas com a superação. Abraço

05/07/2009 05:57 Antonio Carlos desenhoac.nafoto.net / estudiofotografico.nafoto.net

Oi Osvaldo, td bem? Não posso me queixar nunca de falta de boas opções de leitura, seus emails e seus posts merecem total apreciação! Ótimo final de semana, abraços.

04/07/2009 16:44 André http://filmesnocinema.nafoto.net

Pastorelli. Felicidade um abraço e um ótimo fim de semana sucesso.

04/07/2009 12:32 BENE http://vamosnessaminhagente.nafoto.net/

Oi PASTORELLI tudo bem. Todas as fotos que você postou são belas fotos, essa é a melhor de todas. Essa vou salvar nas minhas imagens favoritas, como eu acho linda uma orquestra apresentado umas belas musicas, me toca no meu coração. CANÇÃO DO OUTONO Tradução: Alphonsus de Guimaraens Os soluços graves Dos violinos suaves Do outono Ferem a minh'alma Num langor de calma E sono. Sufocado, em ânsia, Ai! quando à distância Soa a hora, Meu peito magoado Relembra o passado E chora. Daqui, dali, pelo Vento em atropelo Seguido, Vou de porta em porta, Como a folha morta Batido...

04/07/2009 10:54 BENE http://vamosnessaminhagente.nafoto.net/

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